There is a reason I said I'd be happy alone. It wasnt because I thought I would be happy alone. It was because I thought if I loved someone and then it fell apart, I might not make it. It's easier to be alone. Because what if you learn that you need love? And then you don't have it. What if you like it? And lean on it? What if you shape your life around it? And then it falls apart? Can you even survive that kind of pain? Losing love is like organ damage. It's like dying. The only difference is, death ends. This? It could go on forever.
"O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica."
segunda-feira, 4 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Desassossego
"Dói-me qualquer sentimento que desconheço; falta-me qualquer argumento não sei sobre o quê; não tenho vontade nos nervos. Estou triste abaixo da consciência. E escrevo estas linhas, realmente mal-notadas, não para dizer isto, nem para dizer qualquer coisa, mas para dar um trabalho à minha desatenção. Vou enchendo lentamente, a traços moles de lápis rombo - que não tenho sentimentalidade para aparar - , o papel branco de embrulho de sanduíches, que me forneceram no café, porque eu não precisava de melhor e qualquer servia, desde que fosse branco. E dou-me por satisfeito." quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
"I believe in the good. I believe that it's been a hell of a year, and I believe that in the face of overwhelming evidence to the contrary, we'll all be okay. I believe a lot of things."
Se eu sou aquilo que sonhei ser, se sou aquilo que planeei ser… talvez o seja, talvez não. Sou uma inconstante nuvem fechada, uma pensativa que até nem gosta muito de fazer planos. E se não gosto de planear, serei aquilo que planeei? Se não me lembro dos meus sonhos, serei aquilo que sonhei?
Nunca sabemos o dia de amanhã nem porque razão estamos neste Mundo, o porquê de termos nascido naquele tremendo dia daquele maldito ano! Logo o ano da pobreza ou o ano da revolta… porque o azar, calha sempre a nós! Nós que temos tanto azar em tudo o que fazemos e insistimos em culpar o que nos rodeia. E se estivermos no meio do nada? A quem iremos atribuir a culpa?
De certo modo, há momentos que me passam ao lado, há coisas que me passam ao lado, mas nunca as pessoas. Eu acredito no respeito que depositei em cada alma que me acompanhou, que perdeu tempo da sua vida para viver um bocadinho a minha, que no seu caminho preferiu ir dar a volta porque era onde eu me encontrava, que me deu algo sem pedir de volta, acredito que pessoas dessas nunca passam ao lado nem nunca serão esquecidas. Sempre me ensinaram a não brincar com as almas, que não deveria manuseá-las, amachucá-las e depositá-las na primeira curva por que passasse. Nem me interessa o que cada alma aprendeu ao longo da sua vida, eu aprendi a guiar-me pelos valores que me transmitiram. Acredito tanto nisso como “I believe that if I eat a tub of butter and no one sees me, then calories don't count.”
Acredito assim naquilo que sou e naquilo que conquistei. Acredito que sou capaz de muito e acredito que, quando as coisas me fogem por outros caminhos os quais eu desconheço, que a culpa foi minha por ter estas mãos de manteiga e esta cabeça desajeitada que deixa escapar oportunidades. Eu acredito que vale a pena sonhar nem que seja para ter outra percepção deste Mundo de loucos onde vivemos e acredito que os sonhos nos ensinam a arriscar na vida. Acredito que não sou a única a pensar que as almas não passam ao lado.
Eu acredito que há oportunidades para tudo, nem que seja para terminar o último diálogo, acabar com o último pacote de leite ou acabar o exercício do dia anterior, antes que todos os nossos dias se acabem, antes que seja preciso usar a capa preta no dia em que nos arrependermos daquilo que deixámos por terminar.
"Like I said, disappearances happen. Pains go phantom. Blood stops running. And people, people fade away. There's more I have to say, so much more. But, I disappeared."
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Há sempre tempo
Eu quero ler e já nem sequer tenho tempo. Quero escrever e quando dou por mim já está perto da hora da caminha que amanhã é um óptimo dia para dar seguimento a esta aventura desnivelada de trabalhos.
Que o tempo nunca nos falte, que os atrapalhos nunca nos incomode e que a vida nunca nos canse, meu eterno amor. Eu podia escrever ínfimos vocábulos desde o início da nossa historia, repetiria inúmeras expressões tão nossas, mas sei que as memórias valem muito mais do simples, discretas e subtis palavras, que essas guardo-as num certo local para o momento certo.
És como eu, eu sou como tu e somos um só. A nossa memória salva-nos desta imensidão de trocadilhos, o nosso amor salva-nos da decadência da vida e tu salvaste-me da melhor das maneiras, fazendo-me guardar cada detalhe que eu poderia até não atribuir qualquer valor. Mas, neste jogo as personagens são outras e a história é bem mais interessante, ora não fossem os detalhes que me fazem orgulhar dia para dia aquilo que construímos. Sempre gostaste de te elevar com essa tua memória pormenorizada e eu sempre gostei de te ficar a ouvir horas e horas sem fim, com aquela sensação de quem estou realmente com a pessoa certa, aquela que me conhece verdadeiramente… conheces esta sensação? Acho que nem valeria a pena colocar-te uma questão destas, deixe-mos isso para nós.
“É preciso encontrar lugar para o amor na nossa vida, é preciso dar-lhe espaço e tempo, é preciso ser humilde e corajoso, não ter medo de investir, e arriscar, mesmo sem nunca saber o que o futuro nos reserva.” E nós temos mais que fazer do que andar a adivinhar, planear e preocupar com o futuro, perderemos apenas alguns minutinhos a realizar uma comédia romântica ao nosso estilo e ao dos outros filmes. E que a vida nos sorria todos os dias e nos proporcione tempo para nós, nem que tenhamos de roubar tempo ao outros, pois para o amor há sempre tempo.
Há sempre tempo e há sempre amor, há sempre força de vontade e há sempre carinhos. Há sempre discussões e tempo para as resolver, há sempre palavras para dizer no momento certo e que não ficam para depois. Há sempre tempo para dizer que te amo todos os dias, assim como este tempinho que eu arranjei agora, escapei do sonho da cama para entrar nos teus sonhos e dar-te um beijinho de boa noite, antes que me falte tempo para isso. Há sempre delicias para viver e amor para oferecer.
Amor somos nós, todos os dias.
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