"I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life."
"O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica."
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Auf Wiedersehen
Finalmente parei de contar os dias. Finalmente acabei de fazer as malas. Finalmente chegou a semana planeada há meses. Espera-nos uma longa viagem turística até ao nosso local, até já!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Já soube
“É assim que te revelas. Nunca sabes o que queres e vives tão perdido nas tuas dúvidas que nem sequer consegues perceber o mal que podes infligir aos outros. Faltam-te generosidade e empatia, bem como aquela qualidade tão rara quanto digna a que os ingleses chamam kindness e que o meu outro amor tem de sobra, sendo esse um dos fundamentos mais sólidos da sua personalidade, e como tal um dos seus mais notáveis encantos…”
Eu não tenho lá muito jeito para lidar com este tipo de coisas, talvez porque nunca me habituei a vivê-las. Uma ou outra de vez em quando, ainda passa, ainda se esquece e ainda se mantém o que é bom de se manter. Mas eu não tenho lá muito jeito para pedir perdão de algo que não cometi, muito menos para implorar que se passe, que se esqueça aquilo que já está esquecido e que… eu já nem me lembro o que me fez perder o jeito para lidar com este tipo de coisas.
Mas eu já soube, já…
domingo, 27 de março de 2011
Não sei
Não sei se hei-de gritar de revolta ou refugiar-me num canto. Se deverei ser excêntrica e superior a tudo ou se me deverei esconder. Se será melhor optar por uma charmosa vestimenta ou um simples par de jeans.
Este Mundo, que tanto me intriga e me revolta, torna-se na maior excentricidade existente, mesmo não possuindo tais objectos de valor mas que, de facto, é de realçar aquilo que os outros poderão ver de nós! Pobres almas, tristes cérebros e dementes corpos que vos tornais naquilo que nunca desejaram ser. Optam pela elegância e feminilidade, complexando o que simples seria tão bonito e agradável. Troquem-me essas máscaras, dispam esses preconceitos e saiam à rua de cara lavada e cabelo amarrado que, aí sim, vos darei valor por serem transparentes a esta sociedade; troquem esses tiques manhosos que tanto vos acompanham no andar, por um simples e único e exclusivo… andar! Será assim tão difícil andar?
Mas se há coisa que é, de facto, gratificante, é a ignorância e completa falta de inteligência que vos persegue todos os dias e vocês, felizes e contentes da vida, acham uma enorme piada a isso. Eu, que até sou uma pessoa assim que se ri de tudo, não me atrevo sequer a lançar um sorriso quando me deparo com tal coisa.
Mas como eu hoje estou a navegar num mar de “não sei quê’s”, prefiro deixar-me levar por esta onda antes que o meu grito de revolta vos provoque um desafinado, histérico, estridente e irritante berro de cana rachada de “Não sei se diga, não sei se faça, não sei se pense” e antes que vos deixe aí aos segredinhos, deixem-me só dizer-vos que o batom está mal espalhado e que tenho pena desses saltos altos por serem tão mal tratadinhos.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Isto
"O amor é outra coisa. Constrói-se do chão, levantando pedra atrás de pedra, como se de penas se tratasse. Sem medo, com calma, sem esforço, apenas com vontade. Dando espaço e tempo, dando a mão. O amor é um caminho a dois. Caminante no hay camino, el camino se hace al andar. E a grandeza de um homem está em ser uma ponte, não uma meta, e ninguém consegue construir uma ponte sozinho.
O amor é uma construção. Eu estou a aprender. Aprendi muito neste último ano em que descobri que era mais feliz se vivesse o amor plenamente(...)
Nisto, como em tanto outros pequenos nadas, que todos somados se revelam maiores do que o todo, sou tragicamente igual a ti." Almost 5 *
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